A vida é assim esta coisa de cada um por si, a brincar à solidariedade. Para se matar o tempo. Para julgarmos que somos gente. Gente que não tem medo de sentir. Sobretudo, quando já se está morto.
Há a ideia generalizada de que o génio de alguém depende sempre do reconhecimento público. Depois vem a inveja. E depois nada disso importa. A natureza humana nada tem de genial.
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