Há dias
Há dias em que não sei a dimensão de mim. Dias em que me deixo perder no labirinto da minha própria essência e nem sequer sei onde começo e acabo. Há dias assim. Dias não. Dias que não são perfeitos mas que por algum motivo teimam em acontecer. O que fazer com eles? O tempo neste mundo tem muitos destes dias. O mais fantástico num dia assim é como ele pode representar a perfeição num outro universo humano. Aquilo que não me apraz, delicia o senhor que se segue. Um mundo heterogéneo de emoções interpretáveis de mil e uma maneiras.
Certamente um dia não são dias. E um dia nefasto pode ser um dia delicioso num outro universo paralelo. Talvez esse seja o grande apanágio dos humanos: a multiplicidade de interpretações que um dia pode conter. Amanhã lá vem outro...dia!

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