Repulsa
A liberdade não passa pelo galanteio. Isso é sexismo. Não existe um conceito de liberdade para importunar. Ou não deveria existir. A Catherine Deneuve deve ter regressado à fase da "Repulsa". Neste filme de 1965, do Polanski, a sua personagem desprezava os avanços masculinos. Agora, e afinal, a repulsa é outra. Repulsa pela paridade. Como se o poder feminino para repudiar uma postura de galanteio masculino, tornasse a mulher num ser histérico que exprime ódio pelos homens.
Perguntem às miúdas de 15, 16 anos, em qualquer latitude do planeta. Infelizmente, até elas sabem. A Catherine, pelo visto não. Ou por outra, sabe e até gosta, mas não quer ser só.
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