Mulheres
Gosto de mulheres fortes. Mulheres que partam a loiça. Mulheres que quebrem o serviço de porcelana quando o chá azedou e pagaram caro por ele. Gosto de mulheres com ideias. Mulheres de atitude e com sentido de justiça. Gosto de damas que não se sujeitem, que se borrifem no convencional e que pouco lhes interesse aquilo que os outros possam pensar. Gosto de heroínas que têm gosto em o ser. Gosto de mulheres empreendedoras que queiram conquistar o mundo e que ditem as suas regras. Gosto de mulheres que gostem de mulheres e gosto de mulheres que gostem de homens. Gosto de mulheres que gostam. Gosto de mulheres que vistam aquilo que querem e que rejeitem a regra da moda. Gosto de uma mulher capaz de ser a mulher que inventou para si.
Gosto de uma espécie de híbrido da atitude da Madonna em 1982, e a capacidade de sonho da Malala em 2016. Sem preconceitos. Sem tempos predefinidos. Sem submissões. Sem conformismos. Sem formatações. Sem convenções. Sem papéis. Uma mulher, tão somente uma mulher, que seja apenas mulher de si.
Gosto de uma espécie de híbrido da atitude da Madonna em 1982, e a capacidade de sonho da Malala em 2016. Sem preconceitos. Sem tempos predefinidos. Sem submissões. Sem conformismos. Sem formatações. Sem convenções. Sem papéis. Uma mulher, tão somente uma mulher, que seja apenas mulher de si.

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